5 HQs para começar a ler

1 – BOM DE BRIGA, de Paul Pope

[Companhia das Letras]

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                Um garoto abandonado em um mundo cheio de monstros sanguinários. É o mote para Paul Pope explorar seu traço explosivo e de muito vigor, o que o coloca no rol de autores mais inventivos dos quadrinhos hoje.

2 – LEGIÃO, de Salvador Sanz

[Zarabatana BOOKS]

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                 O traço hiper-realista do quadrinista argentino Salvador Sanz deu vida a essa trama que mistura realismo mágico, horror moderno e ficção-científica. Aqui, a criação artística é mostrada como uma arauta do apocalipse em uma história que mostra uma melodia que nunca deveria ser tocada, uma cor que nunca deveria ser vista e uma forma que nunca deveria ser esculpida. Após essas descobertas, está iniciado o fim do mundo.

3 – PROPHECY, de Tetsuya Tsutsui

[JBC]

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                       Tetsuya Tsutsui criou uma saga que misturava rede social com histórias clássicas de espionagem. Neste mangá repleto de humor negro, o autor levou às últimas consequências situações típicas nesses tempos conectados.

4 – O QUINTO BEATLE, de Vivek J. Tiwary, Andrew C. Robinson e Kyle Baker

[Aleph]

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                  Um dos trabalhos mais impactantes do ponto de vista visual foi este O Quinto Beatle, que saiu pela Aleph. “Os artistas Andrew C. Robinson e Kyle Baker trouxeram à HQ a delicadeza e poeticidade necessária para traduzir o personagem complexo que foi Brian Epstein. Vivendo em uma das épocas mais conturbadas e perigosas para gays, ele viveu transtornado por uma solidão que funcionava como uma punição. A HQ usa diversos recursos narrativos para contar esses embates internos de Epstein. É algo que parece funcionar apenas nos quadrinhos,um tipo de impacto visual que nos aproxima do íntimo do personagem como talvez poucas mídias são capazes.

5 – SAGA, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples

[Devir]

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                     Saga, de Brian K. Vaughan e Fiona Staples, representa o renascimento das boas narrativas de HQs adultas nos comics norte-americanos, sobretudo na editora Image, lar de séries que buscam ousadia nos temas e formatos. Aqui, Vaughan decidiu explorar o gênero “space-opera” ao contar a história de um casal de raças tradicionalmente inimigas, mas que decidiram fugir para viver um amor e salvar a filha gerada pela relação. A trama é toda narrada pelo bebê. Com um traço limpo de Staples que equilibra a proximidade dos personagens com o impacto visual gerado pelos cenários alienígenas, a HQ é uma das mais instigantes a se acompanhar no cenário adulto das HQs dos EUA hoje.

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